Estudos
Confira todos os estudos do Templo Quimbanda Nàgô
Três forças poderosas foram amalgamadas (sincretizadas) na atuação magística do Exu da Quimbanda: Ògún, Èṣú e o Diabo. Uma quarta força, não mencionada neste excerto do terceiro volume do Daemonium, é o São Miguel exorcista do catolicismo. Sobre ele falaremos...
As ideias e sínteses do Ocultismo francês do Séc. XIX influenciaram profundamente a Quimbanda até meados do Séc. XX. Esse texto é sobre o impacto profundo das ideias de Eliphas Levi na formação da ideia de Maioral na Quimbanda.
Thelema é uma tradição revelada, de natureza urânica (celestial). A Quimbanda é um culto ancestral, de natureza ctônica (subterrânea). Os meios de consecução em ambas as tradições são distintos.
A Quimbanda foi profundamente influenciada pela corrente mágica da demonologia e diabologia dos grimórios europeus; no entanto, embora haja essa profunda influência, a Quimbanda desenvolveu métodos próprios que dispensam as técnicas de magia astral europeia.
Eliphas Levi e toda corrente de pensamento do que se conveniou chamar de Ocultismo no fim do Séc. XIX na França, influenciaram a gênese da Quimbanda no Brasil. Muitas matérias do Ocultismo são tijolos na parede da Quimbanda.
Muitas vertentes tradicionais de primeira e segunda ondas têm sido influênciadas pelas ideias e práticas da Quimbanda Luciferiana, uma vertente de terceira onda.
As origens da demonologia de Aluízio Fontenelle estão conectadas a antigos escritos judaicos apocalípticos que inauguraram a ideia de «anjos caídos» instruindo os homens os segredos da magia.
O sacrifício animal, a imolação ritual, é uma arte aperfeiçoada a partir de treinamento e fundamento. O adepto de Quimbanda aprende a valorizar cada parte do animal para o uso em diversos fins.